Posições

 

RESPOSTA AO EMAIL FANTA PEDAGOGIA2013

Pergunta o email: Assim como aconteceu em 2009 e 2011? Resposta: No ano de 2009 houve debate num clima de entusiasmo, durante a apresentação de propostas, hoje mais que realizadas; em 2011 houve fôlder, mas não houve debate em função do clima beligerante decorrente da greve, além disso a candidata tinha feito uma cirurgia de alto risco. Muito diferente é a conjuntura hoje, quando, internamente, as divergências tácitas se tornaram explicitas, o que tem um lado bom, o de possibilitar a cada um mostrar o que é, o que pensa, o que tem feito, além de ajudar-se a si mesmo (a). E por falar nisso, mostre a cara, não se esconda através de um email de fantasia como quem sempre precisa de uma variável independente para fazer a cara, criar coragem e balbuciar.

O RECADO DAS URNAS I: ACADÊMICO DE PEDAGOGIA NÃO É TOBÓ DE SOLA

O sintético artigo analisa o resultado das últimas eleições para Chefe e Vice-Chefe do Departamento de Ciências da Educação - DECED da UNIR - Câmpus de Ariquemes e mostra os riscos do caminho escolhido pelos novos dirigentes.

QUE 2013 SEJA UM MUNDO MELHOR PARA TODOS NÓS!

Continuo achando que a vida pode ser melhor, muito melhor, sobretudo, para meus irmãos de classe e de ideais. E tal como diria Trotsky “a vida é bela e devemos livrá-la de todo o mal, para que as futuras gerações possam desfrutá-la plenamente!”.

BOAS FESTAS AOS AMIGOS E AOS ADVERSÁRIOS HONESTOS (COLEGAS, OU NÃO!)

O ano poderia ter sido pleno – foram três participações memoráveis: na USP, no EPENN e na UNICAMP. Mas houve a derrota de um grande amigo e o risco de vida da Rute. Resultado: na dialética da vida, sempre aprendemos e ensinamos; e não há vitória final, muito menos derrota definitiva! QUE AS REALIZAÇÕES, NO ANO NOVO, NOS FAÇAM A TODOS MAIS FELIZES! Clique em "leia mais" para ler a mensagem completa.

DE VERMES E DE COVARDES

Só publico e respondo a quem se identifica. Posicionar-se é um ato de consciência politicamente muito difícil. Por isso, os covardes não se identificam; são como drogados: precisam fazer a cara para ter coragem. São como vermes, cujo locus é a imundice e o anonimato!... Calma... tenha fé em Deus; você deve ser jovem, tem, portanto, muito tempo para aprender!

SOBRE A RENÚNICA DO REITOR

A renúncia, que será apresentada ao Conselho Superior da Universidade, nesta segunda-feira, 28/11, é a decisão mais sensata para preservar o nome da UNIR, de sua comunidade acadêmica e do Estado de Rondônia desse tipo de campanha veiculada, agora, pela mídia nacional.

RUTE SE RECUPERA BEM

Agradecemos a todos o apoio e a consideração.

SOBRE A GREVE NA UNIR II – O PALCO DA ASSEMBLÉIA

Troca de emails entre Luz e Maciel. "Muito boa, Luz, sua análise. Acrescento apenas que a estratégia de ir aos palcos pré-montados tem a única finalidade de mostrar aos professores, que desconfiam dos reais interesses dessa greve, como combater a anti-democracia: se somente os grevistas estivessem lá, não teriam vaiado ninguém, nem virado as costas. Não entendem que em assim fazendo, fazem exatamente o que eu quero: que mostrem sua verdadadeira cara, a de intransigentes anti-democratas! Assim, a mídia e, por consequência, a sociedade informada ficam do nosso lado. Exatamente como aconteceu!"

SOBRE A GREVE NA UNIR I

AOS PROFESSORES DA UNIR E À SOCIEDADE RONDONIENSE No último fim de semana, a greve de parte de professores e alunos da UNIR tomou rumos dramáticos, com a prisão, pela Polícia Federal de um professor, e com a mediação de um Senador, no sábado e domingo, em busca de diálogo, entre os grevistas e a reitoria. A tentativa malograda, todavia, faz com que eu, pela primeira vez, me dirija diretamente aos meus colegas, em especial aos grevistas, e a sociedade rondoniense, em geral, para propor uma alternativa para a crise, cuja intensidade não tem apenas denegrido o nome de nossa maior e melhor Instituição de Ensino Superior, mas também aviltado o nome de famílias e a dignidade de pessoas.

MINHA SINGELA RESPOSTA AO ATAQUE

Caro Professor Luna Pequeno, da mesma forma que eu o tenho respeitado, gostaria de merecer de VSª tal contrapartida. Defendo e defenderei a Reitoria, eleita democraticamente, porque durante toda a minha vida tenho lutado pela Democracia (mesmo burguesa) nesse país e na Universidade Pública, em especial. No dia em que as supostas irregularidades forem comprovadas, e magnífico reitor julgado culpado, eu deixarei de defendê-lo, e o farei isso de público. No atual estágio dos acontecimentos, de acordo com os preceitos do Estado Democrático de Direito, ninguém pode ser culpado apenas por denúncias. Senão aonde iríamos parar? Creia-me, professor, não haveria a mínima estabilidade nas instituições democráticas. Por isso, não posso, ao contrário de muitos, me deixar levar pelas emoções, ou outros interesses quaisquer. Minha experiência não o permite. Enquanto isso aceite bons adversários (não aprendemos nada com adversários fracos, cuja única arma é a difamação). Aprenda com os bons adversários como montar estratégias, ou como desmontá-las; como se comportar numa Assembléia, sem correr o risco de um infarto ou um aneurisma (como pude presenciar pelo seu próprio comportamento e de vários outros companheiros – tenha calma, ninguém vai transformar essa universidade em menos de 10 anos, se trabalharmos com afinco depois que essa crise passar). Contra o substantivo que me dispensa, informo a VSª que, mesmo com todos os afazeres de Diretor, ministro aula na Graduação em Ariquemes e no Mestrado em Educação em Porto Velho; participo de dois Projetos de Pesquisa aprovados pelo CNPq; Coordeno um Projeto de Extensão aprovado pela SEB/MEC; fiz palestra em maio último sobre “A Formação Cultural da Amazônia e a Ocupação Econômica de Rondônia, a partir de 1970: O Último Round da Resistência Cabocla”, no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação da USP; fiz, em agosto, a conferência “A Incansável Luta da Escola Púlbica contra o Diabo às Portas do Inferno”, no XX Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste; e, por fim, caríssimo, estou convidado, pelo mais renomado educador vivo, Prof. Dermeval Saviani, a co-ministrar uma disciplina no Mestrado em Educação da UNICAMP, em novembro próximo. No Campus de Ariquemes, temos 7 Cursos (2 regulares, 2 modulares e 3 à distância), apenas o Curso de Engenharia de Alimentos (que representa 13,44% dos alunos) está em greve. Temos apenas 4 técnico-administrativos e trabalhamos nos três turnos, incluindo sábado. A Biblioteca funciona ininterruptamente das 8h às 23h; o Laboratório de Informática e a Secretaria, no mesmo horário, menos das 12h às 14h. O nobre professor pode imaginar que temos muito trabalho. Desde a última segunda-feira, 17/10, aproveitando que o curso diurno está em greve, estamos fazendo expediente interno – para atualizar trabalhos atrasados – na Biblioteca (durante o dia) e na Secretaria (sem deixar de atender alunos e professores). A única diferença para os outros dias é que, agora, quem deseja ser atendido, tem de bater na porta. E ao que eu saiba ninguém foi impedido de entrar. Assim, antes que o Sr. possa esbravejar acusações, apure as fontes ou pode vir aqui tomar um café com leite e pão caseiro. Atenciosamente Prof. Dr. Antônio Carlos Maciel

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Quem sou

Passei em três vestibulares (1979, Filosofia; 1980, Administração de Empresa; 1981, Pedagogia – todos na Federal do Amazonas). ...


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